quinta-feira, junho 22, 2006
quarta-feira, junho 21, 2006
segunda-feira, junho 19, 2006
terça-feira, junho 13, 2006
domingo, junho 11, 2006
A pensar no partido do cão
"É melhor manter a boca fechada e parecer estúpido, do que abri-la e não deixar margens para dúvidas"
Mark Twain
sábado, junho 10, 2006
O que o tempo não muda
"Leitor, suponha que é um idiota. E suponha que era um membro do Congresso. Mas já me estou a repetir"
Mark Twainsexta-feira, junho 09, 2006
quinta-feira, junho 08, 2006
domingo, junho 04, 2006
sábado, junho 03, 2006
Separados à Nascença?
sexta-feira, junho 02, 2006
O "Muita Mentiroso"
COMUNICADO DA DIRECÇÃO DA AAC/OAF AOS ASSOCIADOS
06-05-31 14:21
O Presidente da Direcção da Académica/OAF afirmou, na Assembleia Geral realizada a 26/05/2006, em resposta a um associado, o seguinte:
Ao atleta Zé Castro foi enviada, por correio registado, uma carta contendo valores idênticos aos que tinham sido apresentados um ano antes aos seus empresários. A proposta feita em Julho de 2005, numa reunião entre o Eng.º Luís Neves e o empresário Nuno Rolo, incluía um prémio de assinatura e componente salarial para 3 anos. Se Zé Castro aceitasse a proposta da Direcção, custaria à Académica aproximadamente 900.000,00 euros (valores brutos).
Isto para além do que os empresários pretendiam. Esta foi a resposta possível da Académica à proposta apresentada pelos empresários de Zé Castro (1.250.000,00 euros - valores brutos). Se a Académica aceitasse essa proposta, o atleta ficaria a ser o mais bem pago de toda a equipa.O Eng.º Luís Neves transmitiu ao Presidente da Direcção que havia, com o empresário Nuno Rolo, um princípio de acordo em relação aos valores apresentados pela Académica. Em seguida, estando o contrato a ser preparado para as assinaturas, o Presidente da Direcção contactou o empresário Nuno Rolo, para marcar a data de assinatura e a apresentação do atleta com novo contrato. Para nossa surpresa, o empresário manifestou que não havia ainda acordo e que não podia confirmar a aceitação daqueles valores.Foi-lhe pedido para realizar uma reunião com o Eng.º Luís Neves, para desfazer o equívoco. Não o fez. Poucos dias depois, e na ausência desse contacto, o Presidente da Direcção chamou ao seu Gabinete o atleta Zé Castro e confrontou-o com a proposta da Académica.A Académica ofereceu-lhe ainda 30% do total sobre o valor de futura transferência.A sua resposta, de Zé Castro, foi a seguinte: “Esses valores não aceito. Mesmo que os meus empresários tivessem dito que sim, sou eu que decido e não me interessa essa proposta. A Académica tem que investir mais em mim”.Teceu ainda mais algumas considerações sobre a sua (dele, Zé Castro) importância para a Académica, que nos dispensamos de reproduzir, por respeito aos associados e a outros ATLETAS, esses sim, com letras maiúsculas, que são património da Académica. A conversa terminou com a afirmação de Zé Castro que a proposta inicial dos empresários não seria suficiente.
Conclusão: o atleta Zé Castro queria ser o jogador mais bem pago da Académica, já em Julho de 2005.Obviamente, há atitudes que mostram tudo.É também verdade que os seus empresários nunca apresentaram uma única proposta para a transferência desse atleta. Diziam que estava a chegar, que vinha por fax, que apresentavam no dia seguinte. Nada! Só notícias sem fundamento para encher páginas de jornais.Propostas: Nada! Nem uma. Resta dizer que o atleta Zé Castro, no final do jogo da Académica / Marítimo, sem respeito algum pela Direcção da Académica, a quem devia transmitir em 1º lugar, anunciou à comunicação social que se ia transferir para o Atlético de Madrid. Tudo bem: é o seu futuro, e ele podia e pode escolher à vontade. É profissional.Mas não se ficou por esse anúncio.Referiu ainda, para nosso espanto, que “só tinha pena que a Académica não pudesse receber nada de direitos de formação”. De facto, só em caso de transferência para um clube português é que serão devidos direitos de formação.Direitos esses que, no caso dele, atingem centenas de milhares de euros. Nada temos contra a sua transferência, seja para onde for. Que seja feliz, é o que a Académica deseja. (...)
terça-feira, maio 30, 2006
Dados para o Relatório de Boa Gestão Desportiva e Financeira: desde Janeiro de 2003 foram contratados pela Académica/O.A.F. 52 (cinquenta e dois) jogadores.
- 34 (trinta e quatro) Estrangeiros, dos quais 26 (vinte e seis) Brasileiros: Marcos António, Esquerdinha, Marcel, Brum, Lira, Exequias, Alcântara, Fernando, Gelson, Filipe Alvim, Delmer, Dionatan, KáKá, Joeano, Flávio Dias, Fávaro, Rafael Gaúcho, Luciano, Ricardo Perez, Buzáky, Fiston, Fouhami, Kenny Cooper, Dani, N`Doye, Beaud, Danilo, Pedro Silva, Zada, Serjão, William, Wallace, Bruno Leite e Wilton;
- 18 (dezoito) Portugueses: Vítor Vieira, Manuel José, Ricardo Fernandes, Kenedy, Hugo Leal, Andrade, Filipe Teixeira, Carlos Martins, Pedro Oliveira, Pedro Henriques, Rodolfo, José António, Zuela, Paulo Sérgio, Fábio Felício, Vasco Faísca, Pedro Fontes e Chano.
Dos 52 jogadores contratados, sete nunca chegaram sequer a ser utilizados: William, Wallace, Bruno Leite, Wilton, Pedro Fontes, Chano e Beaud.
M´espanto às vezes, outras m´avergonho (Sá de Miranda)
segunda-feira, maio 29, 2006
domingo, maio 28, 2006
O Futebol é isto mesmo: é a frase mais pronunciada depois da eliminação dos sub-21. E que se ouve repetidamente no futebol nacional. Era o que mais faltava que o futebol não fosse isto mesmo. Mas a verdade é que deveríamos encontrar melhores justificações para o desastre da selecção ou os repetidos desaires dos nossos clubes.
É que não se deve culpar o futebol de tudo, principalmente quando os dirigentes são fraquinhos. Para não lhes chamar outra coisa. Aos da Federação, da Liga e dos Clubes.
sexta-feira, maio 26, 2006
O "guarda-chuva" da "presunção de inocência": Ser-se e parecer-se um bandido desencadeava uma censura social e uma evidente humilhação pessoal que obrigava, mesmo o mais desavergonhado, a recolher-se. Hoje, é profundamente lamentável que um número cada vez maior de respeitáveis cidadãos considere que a corrupção (a que, por um mínimo de pudor, preferem chamar de esperteza ou capacidade de iniciativa) é uma realidade com que temos de saber conviver. E não sendo até invenção nacional, que mal há em relacionarem-se com um vigarista, se ele, para além de tudo o mais, ainda meteu as cunhas para o emprego das filhas dos amigos?
O clima moral e ético dominante transformaram o lodaçal num magnífico lago para patos.
O clima moral e ético dominante transformaram o lodaçal num magnífico lago para patos.
(Maló de Abreu)
quarta-feira, maio 10, 2006
terça-feira, maio 02, 2006
sexta-feira, março 03, 2006
E o Pirata Sou Eu?
Afinal, vendo bem, sempre é preferível a co-incineração à central nuclear...
Ah, PARDAIS!
Ah, PARDAIS!
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