segunda-feira, março 21, 2005

BIBLIOTECA DE BORDO

Um livro sobre a vida, o amor, o sexo e a morte, com os dois únicos ingredientes que valem realmente a pena, o desprezo e a ironia.
(Gabriel Garcia Márquez, Memória das minhas putas tristes, Publicações Dom Quixote,2005)

7 comentários:

Ana disse...

"Lendo Os Idos de Março encontrei uma frase sinistra que o autor atribui a Júlio César: 'É impossível não acabar sendo como os outros julgam que somos'."
Gabriel Grcía Márquez, Memória das minhas putas tristes, Publicações Dom Quixote, 2005, p. 99

Anónimo disse...

Este livro vale a pena...

Anónimo disse...

O importante não é sabermos o que fazem de nós mas sim sabermos o que queremos fazer com aquilo que fazem de nós

Anónimo disse...

"Quero que a menina me espere como Deus a deitou ao mundo e sem tintas na cara. […] Como quiseres, disse, mas perdes o prazer de a despir peça por peça, como vocês os velhos gostam, não sei porquê. Eu si, disse-lhe: Porque se estão a tornar cada vez mais velhos".
Márquez, idem, p. 55

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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