segunda-feira, junho 13, 2005

No dia da morte de Eugénio de Andrade

(...) Desamparado até à medula, afogado nas águas difíceis da sua contradição, morrendo à míngua de autenticidade - eis o homem! (...)
"Os Afluentes do Silêncio"

2 comentários:

Anónimo disse...

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